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História |
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A história dos Serviços Municipalizados de Electricidade,
Água e Saneamento da Maia iniciou-se há mais de
50 anos. Procedia-se então, à distribuição
de energia eléctrica, água para consumo humano
e recolha das águas residuais produzidas na Zona Sul
do município, concretamente na Freguesia de Águas
Santas, Freguesia esta que, à data, englobava a mais
tarde criada Freguesia de Pedrouços.
Em 1 de Abril de 1987 a parte eléctrica foi concessionada
à EDP, ficando os Serviços Municipalizados da
Maia, a partir daquela data, apenas com a distribuição
de água e a recolha de águas residuais.
Rapidamente, nos cerca de 13 anos seguintes, através
de um dinamismo digno de realce, os Serviços Municipalizados
da Maia concluíram todas as infra-estruturas de abastecimento
domiciliário de água - incluindo condutas adutoras,
redes de distribuição e reservatórios -
cobrindo, actualmente, muito perto da totalidade da área
do município.
Do mesmo modo e simultaneamente, foram concluídas, naquele
período, as infra-estruturas relativas ao saneamento
- incluindo emissários, redes colectoras, estações
depuradoras e uma estação de compostagem das lamas
retiradas às águas residuais -, infra-estruturas
estas que, actualmente, cobrem, também, a quase totalidade
da área do Concelho.
Em boa verdade, no final do ano 2002, o Concelho da Maia, em
termos de infra-estruturas de água para consumo humano
e recolha e tratamento de águas residuais, encontra-se
coberto em cerca de 99,5% da respectiva área, tendo construído
a totalidade dos equipamentos de apoio àquelas infra-estruturas.
Os investimentos efectuados ao longo dos mais de 50 anos que
mediaram entre a criação dos Serviços Municipalizados
da Maia e o momento presente, a custos da época em que
foram realizados, atingiram os 50 milhões de contos,
tendo sido suportados, em cerca de 70%, por capitais próprios
da Autarquia.
No futuro, que encaramos com grande empenho, dedicação
e expectativa procederemos à aplicação,
aos equipamentos existentes, das mais modernas tecnologias,
nomeadamente a telegestão de todo o sistema de abastecimento
de água e de recolha e tratamento de águas residuais,
os novos processos de leitura dos consumos de água e
outros que por certo surgirão.
A toda esta situação não é alheio
o facto de, no longínquo ano de 1972, terem os Serviços
Municipalizados da Maia elaborado um "Plano Director de
Abastecimento de Água", bem como as linhas mestras
para a implementação do que é hoje o nosso
sistema de recolha e tratamento de águas residuais, incluindo
a compostagem das lamas retiradas do tratamento dos esgotos
afluentes às três ETAR do Município.
Merece
particular realce o facto de o Município da Maia ser
o único em Portugal, e dos poucos a nível mundial,
que procede ao tratamento - compostagem - das lamas provenientes
do tratamento das águas residuais, produzindo um fertilizante
orgânico de excepcionais qualidades - comercializado sob
a designação de AGRONAT -, com uma procura elevada
em todo o território continental, a Norte do Rio Tejo
e, ainda, na Região Autónoma da Galiza.
Actualmente encontra-se em adiantada fase de negociação
a venda do AGRONAT para alguns países do Maghreb, nomeadamente
a Argélia.
No Município da Maia, que recebe água em alta
a partir de duas origens - Douro-Paiva e Cávado - a batalha
da água foi vencida.
ATENDIMENTO AO PÚBLICO
O atendimento público efectua-se, durante os dias úteis,
das 9.00 às 12,30 horas e das 14.00 às 17,30 horas,
excepção feita à Secção de
Tesouraria que encerra às 12.00 e às 16.00 horas.
Contudo, até às 24,00 horas, de forma contínua
e durante todos os dias, funciona um serviço de telefonista
e piquete, com vista a dar apoio a situações anómalas
que possam ocorrer, nomeadamente roturas imprevistas na rede
de distribuição de água e eventuais problemas
pontuais na rede de saneamento.
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